Nossa vida se mostra como um grande mecanismo mecânico com suas infindáveis engrenagens que vêem sustentar seu labor.
No entanto, tais engrenagens correspondem aos indivíduos, às atividades, às responsabilidades, aos deveres, enfim, tudo o que se encontra, ou já se encontrou, presente em nossa vida, provendo, desta maneira, um emaranhado de fatos e ações.
Não obstante, tal qual o mecanismo mecânico necessita de manutenção para seu normal funcionamento, as engrenagens da nossa vida também necessitam de manutenção semelhante.
Porém, esta manutenção, que outrora viria ser feita com graxa ou óleo, passa a ser sustentada por prioridades, ou seja, quão capazes somos de distribuir nosso mesquinho tempo através do transpor de nossos dias.
Dessa maneira que nossa vida caminha, passo a passo, encaixando novas engrenagens, atentando-se para que outras não se deteriorem, deixando que algumas se esvaiam pela astúcia de não mais consegui-las manter em constante manutenção.
Um desfalecer e revigorar constante das peças que faz vivaz a melodia que mais acompanhamos do que orquestramos.
Um enredo metodicamente pulsado pelo giro de cada engrenagem, mas que, por inúmeras vezes, se faz apático às perdas, mantendo-se pela inércia que sempre esteve presente.
No entanto, tais engrenagens correspondem aos indivíduos, às atividades, às responsabilidades, aos deveres, enfim, tudo o que se encontra, ou já se encontrou, presente em nossa vida, provendo, desta maneira, um emaranhado de fatos e ações.
Não obstante, tal qual o mecanismo mecânico necessita de manutenção para seu normal funcionamento, as engrenagens da nossa vida também necessitam de manutenção semelhante.
Porém, esta manutenção, que outrora viria ser feita com graxa ou óleo, passa a ser sustentada por prioridades, ou seja, quão capazes somos de distribuir nosso mesquinho tempo através do transpor de nossos dias.
Dessa maneira que nossa vida caminha, passo a passo, encaixando novas engrenagens, atentando-se para que outras não se deteriorem, deixando que algumas se esvaiam pela astúcia de não mais consegui-las manter em constante manutenção.
Um desfalecer e revigorar constante das peças que faz vivaz a melodia que mais acompanhamos do que orquestramos.
Um enredo metodicamente pulsado pelo giro de cada engrenagem, mas que, por inúmeras vezes, se faz apático às perdas, mantendo-se pela inércia que sempre esteve presente.
Tiago Henrique Mendes
Mt boa a teoria... Concordo plenamente!!!
ResponderExcluirSayuri. =p