21 de ago. de 2009

Asas, luzes, então...

Diariamente nos achamos e nos perdemos em nossos afazeres. Seja pelo inevitável, seja pelo surpreendente, seja pelo medo de tentar, ou mesmo o medo de conseguir. Enfim, pelos campos de nossas idéias somos vaga-lumes a voar perdidos. No entanto, é naquele instante de dúvida, de desconcerto, naquele quase infinito segundo de escuridão é que nossas luzes mostram a direção. E assim, sem pressa de viver feito platéia da nossa própria peça, histórias, prosas, rimas, sem começo e fim, seguimos temperando nossos sonhos, voando, ainda que sozinhos, mas com a plena certeza de que o medo presente não prevalecerá!!!


Tiago Henrique Mendes
Eleborado a partir de "Vaga-lume" (O Teatro Mágico)

Um comentário:

  1. Vagalumes a voar perdidos... hmmmm, isto me lembra algo.
    Parece que nos deslumbramos em nossa própria luz, como se possível nos fora guiar-nos plenamente por ela, e deixamos de ver a luz do farol que mostra a praia.
    O ser humano é tosco

    ResponderExcluir