Já não sei mais o que pensar sobre mim. Eu literalmente não me entendo e poderia até dizer que, em dados momentos, não sei quem sou.
A vida nos surpreende com veementes peripécias que irão exigir notável lida para um conhecimento ainda que vulgar da situação exposta.
Como é difícil discernir o que realmente ansiamos ou mesmo aquilo que nos é realmente oportuno.
Cada dia que passa as dúvidas me enfadam de forma agonizante, impugnante, mas de forma alguma me demonstro frágil, brando, aquém do que entendo como sensato.
Não sei o real porquê de agir assim. Apenas sou assim.
Talvez penso muito acerca das circunstâncias que me circunvizinham. Ou será que seja devido a não pensar o suficiente sobre as mesmas?
Muitas são as perguntas que não encontro em mim nem sequer sombra ou rastro de solução.
Entendo que nem sempre ansiar o controle total da situação é válido, ainda mais quando não se vislumbra além da perene névoa que nos distorce os desejos.
Ao olhar no espelho reconheço quem ali se encontra, reconheço seus sonhos, reconheço tudo o que lhe fez ser aquele que ali posso ver, mas ao sair de frente do mesmo, um caminhar obscuro se faz ante meus pés. Um caminho que não sei onde repousar cada passo. Um caminho que não sei o que encontrarei após os breves momentos em que a brisa leve tocar meu rosto. Um caminho que muitas vezes não faz sentido de ali me encontrar, mas sei que tudo o que vivi foi o que me deu norte até então.
Logo, tudo o que vos falo é exatamente o que muitos se angustiam ao jazer vossa cabeça sobre travesseiros em noites que se fazem ainda mais sombrias, para além da simples ausência de luz.
Não vejo tais pensamentos como problemáticos ou deprimentes, mas sim como uma maneira de prover sentido a vida, sentido as dúvidas que nos inquietam cada nascer do sol.
A vida continuará nos surpreendendo e jamais deveríamos nos predispor a agir de forma diferente que não seja correspondente ao nosso caráter.
Eis a grande contrafação da vida, agir de modo destituído de razão e reciprocidade àquilo que exornamos tal qual princípios de caráter.
A vida nos surpreende com veementes peripécias que irão exigir notável lida para um conhecimento ainda que vulgar da situação exposta.
Como é difícil discernir o que realmente ansiamos ou mesmo aquilo que nos é realmente oportuno.
Cada dia que passa as dúvidas me enfadam de forma agonizante, impugnante, mas de forma alguma me demonstro frágil, brando, aquém do que entendo como sensato.
Não sei o real porquê de agir assim. Apenas sou assim.
Talvez penso muito acerca das circunstâncias que me circunvizinham. Ou será que seja devido a não pensar o suficiente sobre as mesmas?
Muitas são as perguntas que não encontro em mim nem sequer sombra ou rastro de solução.
Entendo que nem sempre ansiar o controle total da situação é válido, ainda mais quando não se vislumbra além da perene névoa que nos distorce os desejos.
Ao olhar no espelho reconheço quem ali se encontra, reconheço seus sonhos, reconheço tudo o que lhe fez ser aquele que ali posso ver, mas ao sair de frente do mesmo, um caminhar obscuro se faz ante meus pés. Um caminho que não sei onde repousar cada passo. Um caminho que não sei o que encontrarei após os breves momentos em que a brisa leve tocar meu rosto. Um caminho que muitas vezes não faz sentido de ali me encontrar, mas sei que tudo o que vivi foi o que me deu norte até então.
Logo, tudo o que vos falo é exatamente o que muitos se angustiam ao jazer vossa cabeça sobre travesseiros em noites que se fazem ainda mais sombrias, para além da simples ausência de luz.
Não vejo tais pensamentos como problemáticos ou deprimentes, mas sim como uma maneira de prover sentido a vida, sentido as dúvidas que nos inquietam cada nascer do sol.
A vida continuará nos surpreendendo e jamais deveríamos nos predispor a agir de forma diferente que não seja correspondente ao nosso caráter.
Eis a grande contrafação da vida, agir de modo destituído de razão e reciprocidade àquilo que exornamos tal qual princípios de caráter.
Tiago Henrique Mendes
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