Fotos que não mais se acham em porta-retratos
Tudo é instantâneo
De sobremesas algumas piadas pela rede
E o bom dia aparece em fontes enfeitadas
Deveria ser assim?
Ou apenas não procedemos um "assim" intimista?!
Por entre a janela de vidro a distância não se mostra tão fatigante
Via ela falamos, mas quando pessoalmente, nos calamos
Um agir diferente para um mundo intangível
Lá eu ainda pelejo a descobrir quem sou
Os problemas parecem mais distantes
E os vícios de movimento se resumem em uma sublime inércia
Mãos ágeis, dedos velozes, mas os olhos como em tapa
Cegos ao tempo-espaço dos arredores
Deveria ser assim?
Ou apenas não procedemos um "assim" intimista?!
Os dedos falam enquanto a boca não se atreve em abrir
O cheiro do plástico é o que lhe garante alegria
megahertz, gigabytes, scraps, e-mails, mbps...
Uma nova linguagem, uma nova forma de pensar
Nos alimentamos de informações desprovidas de utilidade qualquer
E deixamos de viver o mundo lá fora, o mundo real
Que nada tem de virtual ou in vitro, mas potencialmente se dá em ação
Um ambiente desprovido de controle absoluto, permeado por uma metafísica austera
Deveria ser assim?
Ou apenas não procedemos um "assim" intimista?!
Tudo é instantâneo
De sobremesas algumas piadas pela rede
E o bom dia aparece em fontes enfeitadas
Deveria ser assim?
Ou apenas não procedemos um "assim" intimista?!
Por entre a janela de vidro a distância não se mostra tão fatigante
Via ela falamos, mas quando pessoalmente, nos calamos
Um agir diferente para um mundo intangível
Lá eu ainda pelejo a descobrir quem sou
Os problemas parecem mais distantes
E os vícios de movimento se resumem em uma sublime inércia
Mãos ágeis, dedos velozes, mas os olhos como em tapa
Cegos ao tempo-espaço dos arredores
Deveria ser assim?
Ou apenas não procedemos um "assim" intimista?!
Os dedos falam enquanto a boca não se atreve em abrir
O cheiro do plástico é o que lhe garante alegria
megahertz, gigabytes, scraps, e-mails, mbps...
Uma nova linguagem, uma nova forma de pensar
Nos alimentamos de informações desprovidas de utilidade qualquer
E deixamos de viver o mundo lá fora, o mundo real
Que nada tem de virtual ou in vitro, mas potencialmente se dá em ação
Um ambiente desprovido de controle absoluto, permeado por uma metafísica austera
Deveria ser assim?
Ou apenas não procedemos um "assim" intimista?!
Tiago Henrique Mendes
Oie! Tá bem legal o seu blog, sempre dou uma passadinha aqui, msm qdo vc não me manda o link hehe
ResponderExcluirSobre "Assim?!", é a mais pura realidade, "estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos 'bom dia' quase que sussurrados..." no mundo não vitual. Não deveria ser ASSIM... rs